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Laurie Locci Pires
1-
Nome:King
Raça:Lhasa Apso
2-
Nome:Tobby
Raça: Labrador
3-
Nome:Mimi
Raça:SRD
4-
Nome:Belinha
Raça:Maltes
5-
Nome:Jeff Tweedy
Raça:Calopcita
Pequenas ações podem mudar o mundo
Entrevista com Bruna Lombardi
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Uma vez Bruna Lombardi estava num posto de gasolina na estrada e viu um caminhoneiro jogando pedra num cachorro. Não teve nenhuma dúvida. Desceu do carro e fez um escarcéu. Que ninguém maltrate um animal na sua frente.
 
Que ninguém maltrate os animais em lugar nenhum. Bruna é guerreira. E defensora dos animais, das plantas, das pessoas. Sua sensibilidade está sempre presente.
 
Ciente de que a sua popularidade amplifica as campanhas em prol do respeito a todas as formas de vida, a atriz, escritora, roteirista e produtora não perde nenhuma oportunidade de abordar a causa dos animais em sua vida profissional. 
 
Sempre, em entrevistas, ela fala da importância da relação dos seres humanos com os seres humanos, com os animais, as plantas e o Planeta. Como todas as pessoas que amam os animais, Bruna está constantemente recolhendo cães e gatos de rua, leva-os ao veterinário e batalha para encontrar um novo lar .
 
 
Você sempre gostou dos animais? Desde criança? 
Bruna- Sempre fui apaixonada. Quando eu era criança, lembro que eu recolhia gatinhos abandonados e ia de casa em casa para ver se as pessoas queriam adotá-los. O tempo passou e ainda faço isso. Hoje, com a internet.
 
O exemplo da família é importante na proteção aos animais? 
Bruna - Minha família também sempre adotou bichos de rua. Esse exemplo da família, em casa, esse amor aos animais, é fundamental porque a educação é a base de tudo. Tudo o que se vê de problemas em uma cidade, em um país, está ligado à educação. Quando você vê alguém maltratando um bicho, uma criança jogando pedra num animal, faltou educação em casa.
 
Você acha que estamos longe ou perto de chegarmos a uma sociedade menos violenta?
Bruna- Tem muito por acontecer ainda. Infelizmente, estamos longe de uma sociedade menos violenta. É só ver como os próprios seres humanos são tratados. Para mudar, é necessário conscientização, políticas públicas, aplicação de leis e educação, muita educação nas escolas e em casa.
 
Como os animais são tratados em sua segunda cidade? Los Angeles? Há muitas diferenças com o Brasil? 
Bruna- Lá, eles se organizaram muito e os animais são mais protegidos. Os animais selvagens são respeitados em seu habitat e preservados pela população. Há muitas organizações pequenas que realizam adoções, muitos voluntários. Quando se adota um animal, ele já vai castrado. Lá, as pequenas organizações fazem a diferença. No Brasil, vejo que falta ação. O Brasil é um país de grandes diferenças. A coisa é complexa. Se a gente quer mudar, precisa educar a criança, aplicar leis e entender que os animais precisam ser tratados com a mesma importância que os outros assuntos.
 
Como as pessoas podem ajudar na defesa dos direitos dos animais? 
Bruna- Elas podem se organizar em entidades ou ajudar as pequenas organizações que já existem a mudar o estado de coisas. Não esperar que a ajuda venha dos governos, mas fazer a sua parte. Dentro do sistema eletivo, também essa é uma boa hora de selecionar bem em quem se vai votar. É preciso valorizar as pequenas organizações Tem muita gente que quer fazer e não sabe como. Mas pode começar por aí. Uma pequena ação faz mesmo muita diferença.
 
Você usa cosméticos que fazem testes em laboratórios com animais? 
Bruna- Não, de forma nenhuma. Tenho esse cuidado e é muito importante que mais pessoas façam a sua parte e também não utilizem produtos que usam animais em laboratórios para testar produtos de beleza. Nos Estados Unidos , há produtos que fazem questão de anunciar que não fizeram testes com animais. Aí, o público opta. Essa conscientização da população é importante. Aqui, no Brasil, existem os 0800 nas embalagens. As pessoas podem ligar e perguntar e, então, decidir.
 
Por que a opção pelo vegetarianismo? 
Bruna- A carne vermelha contém muita toxina, produtos químicos e hormônios em excesso, as pessoas estão adoecendo em razão desses malefícios. Fora o sistema com que tudo isso é operado. Ao mesmo tempo, os produtos orgânicos evitam agrotóxicos e são saudáveis. São pequenos gestos em nosso dia-a-dia que fazem a diferença.
 
Seu filho Kim também gosta de animais? 
Bruna – Sim, ele puxou toda a família. Ele adora bichos. É apaixonado pelos animais. Inclusive, vários bichos que temos foi ele que trouxe. Até gatinhos semi-mortos retirado do lixo. Ele tem sempre essa vontade de fazer as coisas.
 
Há pessoas que resistem a adotar cães de rua com o argumento de que eles não os reconhecem e que podem ser perigosos. Você já adotou cães adultos? E como foi a interação com a família? 
Bruna – Eu nunca comprei animais. Tenho 8 cães aqui no Brasil, todos retirados das ruas e tenho gatos e um cocker em Los Angeles. São amorosos e agradecidos. Ao adotar um cão adulto, é importante que as pessoas compreendam a paixão que é descobrir um vira lata. São inteligentíssimos e têm uma saúde de ferro porque são sobreviventes.
 
O seu imenso prazer em ajudar as pessoas está explícito no filme “O Signo da Cidade”? 
Bruna– Sim. O nosso filme fala das pequenas ações, de heróis anônimos das cidades, pequenas ações que podem salvar uma vida. Transferindo essa mensagem para a causa dos animais, podemos dizer que as pequenas ações individuais podem salvar um animal. E muitas pequenas ações vão salvar muitos animais. É preciso que as pessoas tenham essa percepção e comecem a fazer, a agir. 
 
 
Fonte: VIVA BICHO
 
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